Alunos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) protocolaram uma denúncia na Ouvidoria da instituição e fizeram um abaixo-assinado pedindo o desligamento do professor Tassos Lycurgo, titular do Departamento de Arte, por alegados discursos de ódio. As ações foram tomadas pelo Movimento Juntos Potiguar e ganharam repercussão nos últimos dias. O docente reagiu à acusação, afirmando que se tratam de militantes comunistas que não toleram opinião divergente.

Na publicação do abaixo-assinado, o movimento reproduz falas do professor, como: “o negro não gosta do negrismo” e “o transgenerismo é algo que a realidade não comporta”. A iniciativa, conclamando por assinaturas para pressionar a universidade, foi lançada na última quinta-feira (15).

“Militantes comunistas da UFRN se somam a grupo político nacional para exigir a minha expulsão. De forma articulada, estão publicando notas em todos os grupos do whatsapp da UFRN, assim como nas mídias sociais. O motivo? Não toleram uma opinião divergente”, escreveu o professor em publicação no Instagram, na última sexta-feira (16).

O caso ganhou repercussão, e o professor recebeu apoio de personalidades nas redes socias, como a vereadora de Natal Camila Araújo, o deputado Marco Feliciano e o pastor Silas Malafaia, entre outros.

Tassos Lycurgo também é fundador da Lycurgo Academy, com cursos voltados à formação de “defensores da fé”, abordando temas como estudos bíblicos, conservadorismo e apologética cristã. No Instagrma, o perfil principal do professor da UFRN conta com 1,2 milhão de seguidores.

Tribuna do Norte

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