A Constituição Brasileira impede o uso da energia atômica para fins não pacíficos. Até a invasão da Venezuela pelos EUA para sequestrar o mandatário daquela nação essa norma constitucional era interpretada como vedação a construir a bomba atômica. Agora a interpretação da norma constitucional se torna mais flexível.
Eu, Rômulo Fernandes, jurista no ramo da advocacia, interpreto está norma agora, particularmente as palavras “para fins pacíficos” como “sendo possível construir a bomba atômica para fins de dissuação de intenções colonizadoras de potências estrangeiras contra nosso país, não devendo ser utilizada se não houver ameaça a nossa pacífica nação”.
Sim, com a mudança recente no comportamento das potências atômicas, particularmente das que fazem parte do Conselho de Segurança Permanente da ONU, aonde vemos Rússia invadindo a Ucrânia, a China cercando Taiwan e agora os EUA invadindo a Venezuela, cada qual com suas intenções colonialistas, é mister que um grande e rico país como o Brasil tenha Forças Armadas e equipamentos bélicos (como a bomba atômica) à sua disposição.
Assim manterá possíveis invasores à distância de nossa pacífica nação. Ser pacífico não significa ser fraco!
A nova interpretação permite que o Brasil monte ogivas nucleares (sim, isso mesmo, montagem de bombas, porque conhecimento e técnica para fazer a bomba nós já temos) e mísseis que as levem para o coração da nação que nos desrespeitar. Os fatos recentes demonstram claramente como potências estrangeiras tratam os fracos e fortes. Observamos como a pequena, mas atômica, nação da Coreia do Norte é tratada respeitosamente. E vemos como a impotente Venezuela foi vergonhosamente invadida e ainda dito publicamente que é uma boa ideia invadir a Colômbia, ambas nações mais ricas do que a Coreia do Norte, mas sem bomba atômica.
O desrespeito é grande para com nações que não têm a bomba atômica.
O Jornal do Seridó junta sua voz com as vozes de muitos brasileiros, cientistas, militares e homens públicos que defendem ser chegada a hora de termos nossas ogivas nucleares.
Redator-Chefe: Rômulo Fernandes.

